segunda-feira, 21 de julho de 2008

एंजो Malfato

देसकी दो

domingo, 25 de maio de 2008

Dicas para mim mesmo

Uma história tem elementos com uma própria e individual unidade no tempo, e essa unidade pode ser alterada para o futuro ou para o passado, para adaptar o elemento à história.
Podemos, por exemplo, pegar um personagem e colocar ele na trama depois de passar por alguma experiência, para que ele tenha alguma habilidade ou uma ferramenta específica que vai ajudar ou até impulsionar o andamento da história.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Paramonster - Rock na veia


Sei que andei ausente. Fui sequestrado por um novo velho projeto que retornou à vida e me dominou.

E, pasmem, o projeto Paramonster agora tem um irmão mais novo.

Se chama, também, Paramonster e é uma banda de rock.

Aliás, o disco está quase pronto.

Pra quem quiser ouvir e sentir a energia distorcida, postei as 3 primeiras mix no

www.myspace.com/paramonster

Boa viagem, meninos. Boa viagem.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Os amigos do Chave (parte 1)

Era bem louco o Gambá. Gostava de fazer barulho. Falador e mentiroso que só ele. Mas uma coisa o Gambá sabia fazer bem: bebia como um cachorro desalmado.

Há dois anos eu fiquei amigo dele. Por caridade. Sabe essas pessoas que a gente tem vontade de vomitar encima e um dia brilha um lance? Foi assim. Num dia na escola eu vi o Gambá chutando um latão de lixo e me identifiquei. O cara era um loser, mas sabe que, no fundo, ele tinha um coração terrível?

Desde então ficamos amigos. O foda é que o Gambá tem a fidelidade de um rato. Ontem mesmo ele me roubou um dinheiro. Eu faço vista grossa porque aprendi a gostar dele. E porque ele prometeu me apresentar pro Shaolin e me levar numa das noites de Depredation com a galera. Quem é o Shaolin? Ah, o Shaolin é papo pra outro dia.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

causas casuais do balançar

quem sabe agora o que será dos minutos seguintes?

Eu, gritou ele, o homem sem tempo.
Não acredito, clamou o incrédulo.
Eu tenho fé, gritou maria.
Aí, então, houve silêncio. E o silêncio se tornou os cubos de gelo daquele copo suado no clube dos pernetas, e o copo balançava (em notas agudas) a cada passo.

domingo, 13 de janeiro de 2008

O homem sem face

- Não é isso – falou entre gargalhadas.
- Como assim? Por acaso eu tenho cara de palhaço?
- Eu não estava rindo de você, não.
- Ah é? tava rindo do que então?
- Ué. Tava simplesmente rindo. Lembrei uma coisa e achei graça.

Mas o fato é que ele tinha uma cara engraçada, se quisermos ser gentis com o tal cidadão. Não havia como olhar para ele e não urinar. De tanto rir.