quarta-feira, 10 de outubro de 2007
electrodream
O telefone toca. Eram meus amigos Farinha e Cla. Silêncio. Aí, gritos. Um falava uma palavra, passava o telefone para o outro, uma frase solta. o Farinha começou a cantar "love me tender". Suco de Nonsense. Dois dias depois, o sentido prendeu. Como uma chave que cai no chão e faz "plim", eles estavam produzindo um puta evento pra Nokia e queriam que eu fizesse um curta, filmado com o então lançamento N 93, que tem uma câmera foda.
O problema: eu podia fazer qualquer coisa que quisesse. Caramba. Quero fazer tanta coisa.... difícil decidir qual quero mais. Fiquei horas pensando, atrevi a mexer no meu arquivo de idéias antigas e quase obsoletas, e lembrei duma história que eu contava pra mim mesmo de um toca-discos abandonado. Drama de objetos é sempre legal. Humanizar coisas faz parte de encontrar a máquina que nos engana que somos humanos. Aí pensei na analogia com o que tá acontecendo no momento.
Conclusão: O sonho de um robô é ser humano assim como o sonho do digital é soar análogo.
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